RBTV #4: Reflexões sobre o pilar da  áudio-descrição:  “descreva o que você vê”

Escrito por: Fabiana Tavares dos Santos Silva, Viviane de Bona, Andreza da Nóbrega, Arruda Silva, Isis Carvalho e Elisangela Viana da Silva.

RESUMO

O presente artigo discute as questões da acessibilidade das pessoas com deficiência visual às imagens que circulam em contextos educacionais, culturais e de lazer.  Defende que a áudio-descrição é, ao mesmo tempo, um recurso assistivo, uma técnica de tradução visual e um gênero textual, situado na filosofia inclusivista.  Aborda a conceituação da áudio-descrição mostrando o que a diferencia  da tipologia descritiva e indicando  quais  as bases  utilizadas pelo áudio-descritor  para tornar  imagens acessíveis.  E ainda, a partir da percepção da imagem, em especial de uma imagem ambígua, comumente trabalhada na Psicologia, reflete o pilar da áudio-descrição “Descreva o que  você vê”. Conclui que essa orientação traz à ação do áudio-descritor a imparcialidade e ao usuário de serviço as possibilidades de interpretação das imagens disponíveis.

Palavras-chave: áudio-descrição, descrição, gênero textual, pilares da áudio-descrição.


ABSTRACT

This article discusses  the  issues  of people accessibility with visual impairments to the images that circulate in educational settings, cultural and leisure activities. Argues that the audio description is, at the same time, an assistive application, a visual translation technique and  textual genre situated  in the inclusivist philosophy.  Discusses the concept of audio description showing distinct of descriptive typology indicating the bases used by the audio-describer to make images accessible.  And besides, from the image perception, especially of an ambiguous image, usually worked in psychology, reflects the pillar of the audio description “Describe what you see.” Concludes that this orientation brings the action of the audio-describer impartiality and the service user the interpretations possibilities of available images.

Keywords: audio description, descrition,genre, pillars of the áudio description

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RBTV #4: Das primeiras descrições até o AUDETEL: A audiodescrição no Reino Unido antes da Televisão Digital

*Flávia Oliveira Machado

RESUMO

O artigo aqui apresentado é uma análise sobre o início do desenvolvimento da audiodescrição no Reino Unido em 1982 até a criação do Broadcasting Act de 1996, que determinou a legislação para a televisão digital do país, meio de comunicação em que a audiodescrição foi inserida e obteve maior alcance e adesão popular. Esse tipo de narração descritiva começou nos palcos teatrais através de alianças entre entidades que atendiam pessoas com deficiência, pessoas com deficiência visual, pessoas interessadas nesse novo recurso de acessibilidade e teatros. E na década de 90, uma ambição pan-européia deu origem ao projeto AUDETEL, que mesmo não conseguindo os resultados esperados, contribuiu para o desenvolvimento da audiodescrição em terras britânicas.

Palavras-chave: audiodescrição, pessoa com deficiência visual, Reino Unido, AUDETEL


ABSTRACT

This paper brings an analyses about the beginning of the audio description’s development in United Kingdom in 1982 until the release of the Broadcasting Act 1996, which determined the legislation of the digital television, the media where the audio description was insert and had the greater spread and support of the population. This kind of description started on the theatre stages through collaboration between people with disabilities institutions, people with visual disabilitiy, people interested with the new accessibility and theatres. And in the 90’s, an pan-European ambition created the AUDETEL project, which even not getting the approached results, it contributed with the audio description development in Britain lands.

Keywords: audio description, people with visual disability, United Kingdom, AUDETEL

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RBTV #4: Acessibilidade Web é um dever cívico

Resumo

O presente relato expressa a experiência na produção de sites acessíveis e com usabilidade, inclusive para pessoas com deficiência visual. Busca refletir a respeito da importância de se fazer do acesso a web uma experiência agradável, eficiente e eficaz para pessoas  de todas as idades, conhecimento e condição física ou sensorial. Em suma, defende, baseado na experiência, que fazer sites para todos é uma questão de dever cívico e de retorno de investimento.

Palavras-chave: acessibilidade, usabilidade, sites acessíveis.

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