Resumo Considerando que os surdos utilizam diferentes formas de comunicação, investigou-se se tal fator influenciaria a produção de textos. Participou da pesquisa 1 (um) surdo, com formação superior e usuário da LIBRAS. A pesquisa aconteceu em dois momentos: primeiro o participante assistiu ao vídeo sobre o tema lixo eletrônico. E, no segundo momento ocorreu à … Continue reading A coesão sequencial na produção de texto por sujeito surdo
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Áudio-descrição da logo da RBTV: Revista Brasileira de Tradução Visual. Em um fundo branco, a mão direita faz a letra t em libras. O indicador e o polegar se cruzam, os demais dedos ficam erguidos. Próximo ao indicador há, em verde, 3 ondas sonoras. Abaixo da mão, lê-se RBTV, com letras verdes e com letras Braille em preto.

A coesão sequencial na produção de texto por sujeito surdo

Resumo

Considerando que os surdos utilizam diferentes formas de comunicação, investigou-se se tal fator influenciaria a produção de textos. Participou da pesquisa 1 (um) surdo, com formação superior e usuário da LIBRAS. A pesquisa aconteceu em dois momentos: primeiro o participante assistiu ao vídeo sobre o tema lixo eletrônico. E, no segundo momento ocorreu à elaboração do texto, que foi gravado em vídeo. Os resultados mostraram que há coesão textual no texto produzido e a identificação de vários elementos coesivos sequências.

Palavras–chaves: surdez; texto; elementos coesivos;

Cohesion in the sequential production of text by deaf subjects

Abstract

Considering that deaf people use different forms of communication, we investigated whether this factor would influence the production of texts. He participated in the survey 1 (one) deaf, who have higher education qualifications and user lbs. research was done in two stages: first, the participant watched the video about is junk. And the second time it occurred to prepare a text, which was videotaped from the consent of the subject by signing the consent form. The results showed that there are textual cohesion in the text produced and the identification of several elements cohesive threads.

Keywords: deafness; text; cohesive elements;

Introdução:

Vivendo em um mundo globalizado como o nosso nada mais usual que encontrarmos uma diversidade de pessoas não compreendidas pela sociedade. Pessoas diferentes se constituem sempre objeto de admiração, curiosidade, assistencialismo, o que provoca reações em cadeia de todos os segmentos da sociedade.

A coesão textual faz parte do sistema de uma língua e refere-se à presença de ligação entre os elementos do texto, formando sequências com sentido por meio de mecanismos que marcam algumas relações entre enunciados ou partes deles. Apesar de se tratar de uma relação semântica, é realizada pelo sistema léxico-gramatical. Ao estabelecer relações de sentido, a coesão relaciona-se aos recursos semânticos pelos quais uma oração se liga com a anterior.

Assim sendo, neste estudo, o objetivo é investigar a coesão textual por usuário da Língua de sinais brasileira[1] em produção orais por 1 adultos surdo, usuários da Língua Brasileira de Sinais, que atualmente, é comparada em termos de complexidade e expressividade as línguas orais. Através da língua de sinais os surdos expressam suas ideias, complexas e abstratas. A Libras, como toda língua de sinais, é uma língua de modalidade gestual-visual porque utiliza, como meio de comunicação, movimentos gestuais e expressões faciais que são percebidos através da visão, possuindo uma gramática própria, o que torna uma língua natural.

Um aspecto a considerar em pesquisas com esta população é o fato de que os surdos utilizam diferentes formas de comunicação. Torna-se, portanto, interessante investigar se essas diferentes formas de comunicação influenciam as habilidades coesivas.

1 A língua de sinais

A surdez é vista pela sociedade em geral como uma incapacidade auditiva que acarreta dificuldades na recepção, percepção e reconhecimento de sons, ocorrendo em diferentes graus, do mais leve (que interfere na aquisição da fala, mas não impede o indivíduo de se comunicar por meio da linguagem oral), ao mais profundo (que pode impedir o indivíduo de adquirir a linguagem oral) (SILVA; PEREIRA; ZANOLLI, 2007).

A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que 1,5% da população mundial possuem algum tipo de comprometimento auditivo (CORDE, 1996). No Brasil, estima-se que 5,7 milhões de pessoas possuem perdas auditivas (IBGE, 2006), um número bastante significativo em termos de saúde pública, uma vez que, se estes sujeitos não receberem um atendimento adequado e desenvolverem uma competência lingüística, terão sérios problemas para constituírem-se como sujeitos ativos e participantes de uma sociedade.

Considerada a língua natural dos surdos (ALMEIDA, 2000), a língua de sinais possui características próprias, utilizando os gestos e expressões faciais como canal de comunicação substituto da vocalização. Muitos estudos mostram as fases que marcam o processo de apropriação da língua de sinais por parte de seus usuários: inicialmente gestos sem um significado preciso; posteriormente sinais específicos relacionados a objetos, adquirindo, então, um significado estável; até um momento em que vários sinais se combinam para formar uma sintaxe.

A oficialização da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) em abril de 2002 (Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002) começa a abrir novos caminhos e possibilidades nessa vitória para a comunidade surda.

Nas línguas de sinais, a palavra é denominada sinal. Este é formado a partir da combinação do movimento das mãos com um determinado formato em uma determinada localização do corpo (uma parte ou um espaço em frente ao corpo). Estas articulações das mãos, comparáveis aos fonemas e às vezes aos morfemas, são denominadas parâmetros. Felipe (1988; 1998) e Ferreira Brito (1995) afirmam que as línguas de sinais se estruturam a partir de unidades mínimas que formam unidades maiores e mais complexas, possuindo diversos níveis lingüísticos: fonológico, morfológico, sintático, semântico e pragmático.

A questão levantada por inúmeros estudiosos na área é se esta forma de comunicação visual pode ou não ser considerada como língua. Recentemente, os pesquisadores demonstraram que a língua de sinais não apenas satisfaz as necessidades cognitivas, comunicativas e expressivas de seus usuários, como também apresenta todas as propriedades fundamentais de uma língua.

Segundo Stockoe (1960), Ferrari (1990) e Ferreira Brito (1995), dentre outros, as línguas de sinais são comparáveis em complexidade e em expressividade às línguas orais, pois possuem estrutura e regras gramaticais próprias, tendo, assim, valor lingüístico semelhante às línguas orais.

2 Coesão textual

Diante dessa perspectiva, pretendo, neste artigo, desenvolver alguns passos rumo a uma sistematização geral de aspectos observáveis na produção, construção e recepção de textos produzidos por surdos. Meu interesse é mais prático que teórico, tendo como objetivo o aproveitamento da lingüística textual em função do ensino de uma língua no aspecto textual.

De acordo com teóricos da lingüística textual (e.g., FÁVERO & KOCH, 2000; KOCH, 1989), a coesão é um dos princípios constitutivos da textualidade que se expressa através de marcas lingüísticas na superfície do texto, assegurando-lhe a continuidade, a seqüência e unidade de sentidos.

Segundo Halliday e Hasan (1976), a coesão está relacionada ao modo como o texto se estrutura semanticamente, referindo-se às relações de significado que se estabelecem, fazendo com que o texto seja mais do que uma seqüência de frases. A coesão permite a interpretação de um elemento no discurso que é dependente de outro que o antecede (coesão anafórica) ou que o segue (coesão catafórica).

Para Marcuschi (1983), os fatores que regem a conexão seqüencial (a coesão) “… dão conta da estruturação da seqüência superficial do texto; não são simplesmente princípios sintáticos e sim uma espécie de semântica da sintaxe textual, onde se analisa como as pessoas usam os padrões formais para transmitir conhecimentos e sentidos” (p. 25).

A coesão se refere à organização dos elementos na superfície do texto de modo a promover a continuidade, a progressão e a unidade semântica subjacente. Tendo como propriedades essenciais da coesão: uma é promover e assinalar a continuidade da organização superficial do texto; e a outra é o estabelecimento dos fundamentos macro-estruturais que garantem a unidade tópica do texto. Estas funções relacionam-se com a dimensão local dos vários segmentos textuais e com a dimensão global do texto.

Segundo Marcuschi (2009) a conexão seqüencial (coesão), forma parte os princípios constitutivos da textualidade. Esses fatores dão conta da estruturação seqüencial superficial do texto; referindo-se não só aos princípios sintáticos, mas também a uma espécie de semântica da sintaxe textual, onde se analisa como as pessoas Sam os padrões formais para transmitir conhecimentos e sentidos.

A elaboração de um texto de qualidade implica no domínio de diversas habilidades, entre elas a dos procedimentos de conhecimento da língua e de mundo, além de aspectos como coesão e coerência.

A coesão seqüencial, tema a ser abordado nesse trabalho, segundo Koch (2001) diz respeito aos procedimentos lingüísticos por meio do quais se estabelecem entre eles segmentos do texto (enunciados, partes de enunciados, parágrafos e mesmo sequências textuais), diversos tipos de relações semânticas e/ou pragmáticas, à medida que se faz o texto progredir.

Desenvolvimento da pesquisa

Participou deste estudo descritivo qualitativo, um (01) adulto surdo sinalizador, fluentes em Libras, da comunidade surda da cidade do Estado de Pernambuco, indicado nessa pesquisa como P1. Onde foi apresentado ao sujeito um vídeo sobre o assunto lixo eletrônico e em seguida foi solicitado sua opinião sobre o entendimento do vídeo. Esse diálogo foi mediado pelo pesquisador que possui fluência na Libras.

P1 é do sexo feminino, com 27 anos de idade, e tem perda profunda bilateral. É formada em pedagogia pela Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (Facho) e especialista em Estudos Surdos pela faculdade Santa Helena, professora em diversas instituições das disciplinas de Libras. Usa a Libras fluentemente e faz uma excelente Leitura Orofacial.

Foi realizada a gravação em vídeos do sujeito considerado como material de pesquisa pelo participante sobre o tema lixo eletrônico, onde o vídeo aborda o assunto e conta com a presença de um intérprete de Libras.

Para a realização da pesquisa, apresentamos aos sujeitos, no Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, os principais itens do projeto, esclarecendo os motivos que nos levaram a indagar sobre tema proposto no devido artigo. Portanto, todas as dúvidas foram esclarecidas. Após a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, foi realizada a coleta de dados. Para o presente estudo, os participantes se reuniram durante 1 (um) encontros, com duração 1 (um) horas cada um, em um local conveniente para os participantes.

Os dados foram analisados qualitativamente, quanto ao conteúdo, tendo como critérios de analise dos textos a identificação dos fatores de contextualização presentes na produção de surdos estabelecendo uma em relação à situação problema da pesquisa, com base nas referências destacadas na fundamentação teórica deste projeto. Seguindo-se a esta fase, os dados foram dispostos em quadros e tabelas, e, imediatamente comentados.

Resultados e discussão

Os resultados obtidos neste estudo estão de acordo com os apontados em outras pesquisas sobre as produções dos surdos. É importante apontar a existência desses dados para comunidade ou profissionais que trabalham com os surdos, mostrando a eles a interferência da Libras na produção do discurso, por parte de surdos.

A língua de sinais tem suas próprias regras e recursos de linguagem, que se diferenciam das regras da Língua Portuguesa, e isso deve ficar claro, para que a comunidade em geral precisa conhecer a construção linguística dessas duas línguas tão diferentes.

Nesse sentido, observa-se que, no participante P1, desempenho um discurso coeso, pois atingiu elementos de coesão que são relatados por Koch (2001) como: enunciados, partes do enunciado, parágrafos e mesmo sequencias textuais. A seguir temos a transcrição do discurso produzido pelo participante em português escrito (preservando a estrutura da produção da Libras).

Trancrição:

P1: oi tudo bem eu ver vídeo pouco explicar lixo eletrônico como jogar (Movimento de mão como se estivesse jogando num cesto) sujar, perceber agora clarear mente. Importante exemplo câmera fotográfica, pilha (movimento da mão representando um depósito) só própria jogar (Movimento de mão como se estivesse jogando num cesto) sujar si misturar (movimento de mão representando um mistura intensa) ruim melhor separar (movimento nas mãos representando vários depósitos) pilha separar (movimento nas mãos representando um depósito) exemplo computador ter problema quebrar jogar separar (movimento nas mãos representando um deposito) separar diferentes pilha computador problema jogar (movimento de mão jogar os dois componentes num mesmo depósito) entender porque misturar ruim organizar separar (movimento de mão separando vários depósitos) igual exemplo lixo plástico jogar separar papel igual lixo eletrônico também.

Ao ler a transcrição, verifica-se que o sujeito procurou passar seu entendimento sobre o assunto, realizando uma ponte com outros argumentos (conhecimento de mundo). Nessa pesquisa são investigados os elementos coesivos seqüenciais, sendo divididos em dois diferentes tipos: seqüenciais parafrásicos e frástica(Koch, 2001).

Os elementos como: recorrência de termos, recorrência de estruturas, recorrência de conteúdos semânticos, recorrência de recursos fonológicos segmentais e recorrência de tempo e aspecto verbais, todos esses elementos coesivos seqüenciais parafrásticos que estão destacados na tabela 1.

Tabela 1: Distribuição dos elementos coesivos seqüenciais parafrásticas.

Recorrência de termos.misturar misturar misturar (5 linha)
Recorrência de estruturasjogar (1, 3, 8 linha)
Recorrência de conteúdos semânticosexemplo (7 linha)
Recorrência de recursos fonológicosnão possui
Recorrência de tempo e aspectos verbaisnão possui

          Com observamos na tabela 1 que dos 5 (cinco) elementos seqüenciais parafrástico elencando por Koch (2001) o sujeito apresentou 3(três), estando os dois últimos ausentes em sua produção. Essa ausência pode estar associada ao fato de que a língua de sinais não contar existência de uma invariação, como: metro, rima, assonância, aliteração, etc; presentes na recorrência de recursos fonológicos. E outra característica da língua de Sinais é que quase nenhum verbo sofre conjugação, estando na forma do infinitivo, diferentemente da língua portuguesa que possui uma variedade de tempos e modos verbais.

          Os elementos frásticos também estão presentes nas produções dos surdos, apesar de ser uma característica da língua de sinais a ausência de conectivos e preposições, conseguimos observar uma séria de marcas lingüísticas através das quais se estabelecem, entre os enunciados que compõem o texto, determinados tipos de relação. O texto produzido ele se desenrola sem rodeios o que provoca um fluxo de informações, tendo assim, portando, uma sequenciação a frástica.

No recorte 1 observaremos os procedimentos de manutenção temática do texto é garantido, muitas vezes, pelo uso de termos pertencentes a um mesmo campo semântico (HALLIDAY & HASSAN, 1976).

Recortes 1: Elementos coesivos de sequenciação frásticos: procedimentos de manutenção temática.

P1: oi tudo bem eu ver vídeo pouco explicar lixo eletrônico como jogar (Movimento de mão como se estivesse jogando num cesto) sujar, perceber agora clarear mente.

          Através desses termos, o esquema cognitivo é ativado na memória do leitos/ouvinte, de modo que outros elementos do texto serão interpretados dentro desse segmento, que permite, por exemplo, avançar nas perspectivas sobre o que deve vir em sequencia no texto.

No recorte 2 observaremos os elementos de encadeamentos que permite as relações semânticas e/ou discursivas entres os enuunciados.

Recortes 2: Elementos coesivos de sequenciação frásticos: encadeamento.

P1: separar diferentes pilha computador problema jogar (movimento de mão jogar os dói componentes num mesmo depósitos) entender porque misturar ruim organizar separar (movimento de mão separando vários depósitos) igual exemplo lixo plástico jogar separar papel igual lixo eletrônico também.

No recorte 2, discutiremos dois pontos importantes, o primeiro deles são as relações lógico – semânticos que estabelecem uma relação de casualidade expressas pelas conexões de duas orações, uma encarra a causa que acarreta a conseqüência contida na outra, observada no enunciado sublinhado. O segundo pronto são as conjunções que estabelecem uma relação discursiva efetuada por meio do operador que aparece no recorte em itálico.

Conclusão

A competência da elaboração de um texto mostrou-se adequados a um o nível de escolaridade e sue domínio da Libras, o que se evidenciou no participante dessa pesquisa.

Os texto analisado apresentou uma coesão textual seqüencial, percebendo que o sujeito possuía um domínio da Língua Portuguesa e da Libras. Além disso, foi possível observar que, quanto melhor a coesão textual, menor a necessidade de explicações adicionais para que o leitor compreenda a mensagem, e vice-versa.

Referências

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STOCKOE, W. C. (1960). Sign language structure: an outline of the visual communication system of the American deaf. Maryland: Linstok Press.

Nota de rodapé

[1] Língua de sinais brasileira doravante Libras.

Como citar esse artigo [ISO 690/2010]:
Santos Izabelly 2013. A coesão sequencial na produção de texto por sujeito surdo [online]. [visto em 17/ 06/ 2019]. Disponível em: http://audiodescriptionworldwide.com/rbtv/a-coesao-sequencial-na-producao-de-texto-por-sujeito-surdo/.
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Este artigo faz parte da edição de número volume: 15, nº 15 (2013).
Para conhecer a edição completa, acesse: http://audiodescriptionworldwide.com/rbtv/rbtv-15-sumario.

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