Resumo: O artigo tem como objetivo discutir questões que emergem a partir do conflito entre teoria e prática no campo da audiodescrição, especificamente as escolhas entre descrever ou interpretar as expressões faciais, a linguagem corporal e os estados emocionais dos personagens de uma obra audiovisual. Interessa-nos refletir o confronto entre aquilo que é orientado pelos … Continuar lendo Descrever e/ou interpretar as emoções dos personagens
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Descrever e/ou interpretar as emoções dos personagens

Resumo:

O artigo tem como objetivo discutir questões que emergem a partir do conflito entre teoria e prática no campo da audiodescrição, especificamente as escolhas entre descrever ou interpretar as expressões faciais, a linguagem corporal e os estados emocionais dos personagens de uma obra audiovisual. Interessa-nos refletir o confronto entre aquilo que é orientado pelos teóricos e os dilemas que emergem no momento da roteirização das imagens visuais não verbais. Para tanto, o texto se divide em três partes desta reflexão: “Da teoria” se debruça sobre as especificidades da audiodescrição no campo do cinema; “Da audiência” traz a opinião de cinco deficientes visuais sobre o problema; e “Dos filmes” contém dois exemplos de passagens de cenas de filmes audiodescritos pelo grupo de pesquisa e audiodescrição SVOA/Cinema ao Pé do Ouvido.

Palavras-chave: audiodescrição; imagem visual não verbal; descrever; interpretar.

1. Introdução

As expressões faciais, a linguagem corporal e os estados emocionais dos personagens de uma obra audiovisual são provavelmente uma das grandes questões da audiodescrição, quer enquanto problema teórico ou da práxis. São muitas as variáveis que influenciam na escolha da palavra mais adequada para cada momento da construção de um roteiro: tempo, contexto, pertinência, repertório etc. Neste sentido, os elementos visuais não verbais (CASADO, 2007) constituem o objeto central desta reflexão: “raiva” ou “franzir de testa”; “nojo” ou “nariz franzido”; “surpreso” ou “sobrancelhas levantadas e olhos bem abertos”, dentre muitos fazem parte da nossa problemática.

Diante deste campo que se mostra complexo e ainda pouco explorado, elegemos como objeto analítico o cinema por sua estrutura narrativa estar fortemente ancorada no visual.  Os filmes nos fazem, de saída, questionar sobre a audiência que não tem acesso ao conjunto de informações visuais que compõem a história, ou por não poderem processar a imagem ou por conhecê-la restritamente. (MAYER, 2012). As cenas analisadas para fins heurísticos pertencem aos filmes curta-metragem nacionais “Uma História de Futebol” (1998), de Paulo Machline e “O Duplo” (2012), de Juliana Rojas. Estas passagens nos incitaram a desenvolver a presente reflexão por terem gerado discussões no momento da roteirização pelo nosso grupo de pesquisa e audiodescrição SVOA, ligado ao projeto Cinema ao Pé do Ouvido do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da PUC Minas, liderado pelo Prof. Dr. Júlio Pinto e pela doutoranda Flávia Mayer.[1]

É importante frisar que o objetivo deste artigo não consiste em apresentar soluções ou modelos, mas essencialmente incitar a discussão teórica e prática da empiria no campo da audiodescrição. Além disso, o que nos impulsiona a refletir sobre estas questões é o exercício de perguntar se quem não é capaz de perceber visualmente as imagens está fadado à exclusão ao acesso a este tipo de informação, cada dia mais hegemônica (MAYER, 2012).

2. Da teoria

Quando se trata de audiodescrição inevitavelmente somos levados a pensar o papel do audiodescritor que, através de seu ponto de vista, recorta, moldura e traduz as imagens, conduzindo “a pessoa com deficiência visual a uma experiência que, talvez de outro modo, não fosse possível para ele acessar”. (Mayer, 2012, p.43). Penna e Ferreira (2011) defendem que como um interpretador da mensagem, um audiodescritor não deveria dizer sua opinião ou oferecer suas inferências. Sua função consistiria em oferecer à audiência as ferramentas que “permitirão tirar suas próprias conclusões do que está sendo apresentado, com igualdade equiparada de condições disponíveis aos assistentes do evento visual.” (p.64). Porém, Mayer – na esteira de Plaza (1987) – argumenta que a “fidelidade” da verdade está ligada a uma questão ideológica, pois “mesmo em um processo que se pretenda mimético, ao tentar fazer-se igual a outro, sua principal característica é se mostrar como não igual.” (p.51).

Em sua especificidade, a audiodescrição de filmes pode ser pensada a partir de dois aspectos essenciais: o que e quando descrever (CASADO, 2007). Em se tratando de o que, a norma inglesa desenvolvida pela Independent Television Comission (2000), orienta que é preciso priorizar as informações mais relevantes e omitir aquilo que não for essencial, pois devido ao curto tempo disponível, os textos muito longos e com muitos detalhes podem vir a ser confusos, cansativos e irritantes. Defende que as principais perguntas a serem respondidas são: quando? Onde? Quem? e o que?. Em relação ao quando descrever, esta norma aponta para os intervalos entre as falas, evitando preencher todas as pausas entre os diálogos. Ainda sobre esta questão, Casado (2007) acrescenta que as inserções devem ser postas entre os diálogos, títulos, músicas e sonoplastias significativas, admitindo também a sobreposição sobre outros estímulos sonoros, quando a informação for relevante para o entendimento da história.

Importa destacar a orientação da norma inglesa para as descrições subjetivas, já que a indicação é que se deve descrever aquilo que pode ser visto. Advertem que as informações adicionais podem até ser incluídas, desde que não sejam opiniões pessoais e que contribuem para esclarecer a informação ou reduzir o tempo de fala do texto. Casado (2007) classifica os elementos a serem descritos em visuais verbais e visuais não verbais, sendo os primeiros tudo aquilo que pode ser lido na tela, como os créditos, as legendas, as placas, jornais ou mensagens lidas por personagens, entre outros. Já os visuais não verbais compreendem os elementos espaciais, temporais, os figurinos, as características físicas, etnia, idade, as ações transcorridas na narrativa e (os que são objeto de reflexão deste artigo) as expressões faciais, a linguagem corporal e os estados emocionais.

Para aprofundarmos nesta reflexão, optamos por incorporar as opiniões de cinco deficientes visuais: o Gabriel Aquino, que é pesquisador e consultor com deficiência visual do grupo SVOA/Cinema ao Pé do Ouvido; e de quatro voluntários com deficiência visual (englobando baixa visão e cegueira, todas adquiridas) para os quais foram exibidos os filmes audiodescritos pelo grupo no ano de 2014. Para manter as identidas em sigilo, os identificaremos aqui como B, C, D e E.

3. Da audiência

Dentro das atividades do grupo de pesquisa e audiodescrição SVOA/Cinema ao Pé do Ouvido, alguns depoimentos quanto ao tema em questão se mostraram bastante pertinentes.

“Quando falamos em descrever ou interpretar, acredito que o fator decisório nesta questão é o tempo disponível em confronto a complexidade da cena. Nestas ocasiões, como no dito popular ‘menos é mais’, é preciso sintetizar a cena em poucas palavras, o que quase sempre só é possível realizando uma interpretação ao invés de uma descrição. E isso não me incomoda nem um pouco. Mesmo que seja uma interpretação, ali ela se apresenta de tal forma para que eu possa compreender a cena, levando em conta o pouco espaço de tempo disponível e a importância da cena. Além disso, descrever uma fisionomia, muitas vezes, é tão complicado tanto para quem descreve quanto para quem recebe esta descrição. Por diversas vezes já me perdi em descrições, onde não consegui interpretar o que estava sendo descrito, pela complexidade ou pela falta de um repertório imagético. Por exemplo: ‘franzir a testa’, ‘arquear a sobrancelha’. Não sei o que estas expressões querem dizer e acabam não contribuindo na minha construção da imagem. Por outro lado, algumas descrições mais simples como ‘ela morde os lábios’, ‘ele fecha a cara’, são simples e permitem que eu construa a imagem como eu quiser.” – Gabriel Aquino

“Em relação à escolha entre descrever ou interpretar, acredito que o mais correto, adequado ou o que mais comunica para nós seria a interpretação: ‘fez uma cara de raiva’, ‘fez uma cara feliz’, ‘fez uma cara alegre’. Da mesma maneira que você pode falar em vermelho, azul ou amarelo, quem nunca viu as cores não sabe como elas são mas tem uma noção do que seja a partir de diversas associações que faz. Às vezes, se você descrever a expressão da pessoa, o cego pode dizer ‘e daí, o que que é isso?’. Mas isso não deve ser tomado como regra. Muitas vezes, interpretar pode ser a melhor opção. Porém, vamos supor que haja uma cena em que alguém fala alguma coisa e a resposta da outra pessoa seja só uma ‘piscadela’, ou ‘torcer a boca para o lado’. Isso já diz tudo! Neste caso descrever comunica mais se você interpretasse. Acredito que as opções dependem muito da sensibilidade do audiodescritor, do contexto e ritmo que está sendo impresso no roteiro, porque não há regra: tem que funcionar! Além disso, você pode utilizar uma expressão por vários motivos, para uma determinada intenção. Às vezes, uma mesma expressão, um gesto, pode significar outros sentimentos. Então, cabe ao audiodescritor o traquejo com a linguagem e intimidade com a obra para uma audiodescrição eficaz.” – Voluntário B

“Creio que o contexto conta muito no momento de escolha entre descrever ou interpretar, pois haverá situações que não vai precisar mencionar as expressões. Por exemplo, se há um casal discutindo, as falas ‘quentes’ já vão dar a noção do tipo de expressão dos personagens. Acho que o audiodescritor não precisa interpretar sempre, para que o cego possa fazer por si. Porém, acredito que descrever e interpretar andam juntas, pois particularmente gosto de saber como foi a expressão do personagem – ‘Ela franziu a testa com insatisfação’, por exemplo. Ou seja, descreve e a interpretação vai logo em seguida.” – Voluntário C
“Em alguns casos o audiodescritor estará valendo-se de algumas expressões, de alguns adjetivos, mas não acredito que isso possa comprometer, pois não são interpretações profundas. A obra é quem vai dizer muito sobre a melhor opção. Em alguns filmes, a interpretação seria até redundante! O certo é que depende de cada situação, pois senão a prática fica engessada e, dessa forma, todos os filmes virão descritas ou interpretadas.” – Voluntário D
“Acredito que em muitos casos a descrição deva ser seguida pela contextualização. Por exemplo, o bocejo. Existe o bocejo intencional e o bocejo, bocejo. Como o audiodescritor vai dar a entender, a quem não está enxergando, que aquele bocejo é um bocejo ou que está chato? Aí é necessário descrever e indicar em que circunstância do gesto, da expressão. Neste sentido, o contexto deve ser levado em consideração.” – Voluntário E

4. Dos filmes

No exercício do ano de 2014, o grupo SVOA/Cinema ao Pé do Ouvido se viu diante de alguns enfrentamentos referentes às opções entre descrever ou interpretar. Se seguirmos a indicação normativa, somos orientados a isentar de nossos roteiros a interpretação da nossa leitura, ou seja, nos destituir da subjetividade. Porém, na prática, nos deparamos frequentemente com cenas em que a descrição objetiva dos elementos visuais não verbais nos parece insuficiente ou inadequado para o entendimento deste espectador específico. Como ilustração, relatamos a passagens de dois exemplos em que nos deparamos com a dúvida: descrever ou interpretar?

4.1 “Uma História de Futebol”

O curta-metragem “Uma História de Futebol” (1998), de Paulo Machline, é uma narrativa em primeira pessoa de Dico, garoto negro que impressionava ao jogar bola e que mais tarde será considerado o maior jogador de todos os tempos – o Pelé. A trama tem como eixo uma partida de futebol infantil no ano de 1950, em que o time de Dico, “Sete de Setembro”, enfrenta o seu maior rival, o “Barão do Noroeste”.

O filme se inicia no campo de futebol, cenário que vai se repetir ao longo do enredo, em que o narrador Zuza, amigo de Dico, relata as suas lembranças a respeito da disputa da Taça Júlio Ramalho, remontando suas memórias de criança: “Eu nunca tinha visto uma taça daquelas antes. Era a coisa mais bonita do mundo, uma coisa que só um herói podia ganhar. Ninguém sabia quem era esse Júlio Ramalho, mas a gente ia fazer de tudo para ganhar aquela taça com o nome dele”.

Nessa cena, o pequeno Zuza olha fixamente para a Taça que estava sobre uma mesa na lateral do campo de futebol em frente à arquibancada. Essa cena é apresentada em vários ângulos deixando a Taça e Zuza em evidência. Para garantir que os detalhes da cena fossem preservados, considerando o pequeno espaço de tempo entre as falas e a sucessão de acontecimentos, a cena foi audiodescrita da seguinte maneira: “Zuza olha hipnotizado para a taça”. Com isso abrimos mão da descrição em que apenas o que está sendo observado foi apresentado, optando pela interpretação para dar sentido à cena devido ao pouco espaço de tempo, respeitando assim a fala original do filme.

4.2 “O Duplo”

O filme “O Duplo” (2012), de Juliana Rojas, é um suspense que tem como temática a questão do “duplo”, que é um ente idêntico à pessoa e que influencia o seu comportamento. Nesta obra, Silvia é uma jovem professora e em certo dia, sua aula é interrompida quando os alunos veem seu duplo pela janela. Ela tenta ignorar a aparição mas o evento perturbador passa a impregnar seu cotidiano e alterar sua personalidade. Em um determinado momento (6’06”), o duplo ainda não foi mostrado explicitamente, mas fica subentendido que pelo menos Silvia e um dos seus alunos já o tinham visto.

Após uma cena de sexo, Silvia e e seu parceiro estão na cama. O homem tem barba e está sentado, com as pernas esticadas, apoiando as costas no travesseiro. Não vemos o seu rosto. Silvia está nua, deitada de lado, de costas para o homem, está com o “olhar perdido” e aperta o travesseiro com força. Ele lê o seguinte trecho de um livro: “E se isso falhar, quando o dia romper, posso lhe mostrar um melhor jeito de fazer. Traga uma criança malcriada, fedendo a esgoto da cidade. Traga da cidade esfumaçada e coloque-o num trono de fada. Você ouvirá uma trovoada e algo se revelará. Quando seus olhos se arregalarem de espanto, aquela colina, na madrugada…” e comenta: “Hum, escrevem isso pra criança?”. Silvia diz “não é meu, é da escola”, enquanto pega o livro e o deixa no chão. O homem questiona “Você sabe o que acontece com o menino?”, sendo que Silvia não responde e olha para frente, com uma expressão “séria”.

Certamente seria interessante descrever o olhar perdido e a linguagem corporal levemente tensa de Silvia, mas o tom de voz e seu silêncio, bem como o diálogo (principalmente a última pergunta do homem, que, embora não seja sobre ele, nos remete ao aluno da professora) são muito significativos e por isso devemos respeitar o seu espaço. Desse modo, resta pouco tempo para a audiodescrição da postura de Silvia.

É importante considerar que neste processo, estamos descrevendo a cena, mas também caracterizando a personagem. Essa tensão contida de Silvia é constante durante a maior parte do filme e parece ser um traço de personalidade. Assim, devemos escolher palavras condizentes com esse tom mais sutil de interpretação e respeitar a escalada de suspense, tão importante neste gênero, e não antecipar as reações dos personagens.

Na cena em questão, não seria errado descrever a professora como “apreensiva” ou “nervosa”, mas essas palavras poderiam levar o espectador a imaginar Silvia visualmente mais agitada do que ela realmente está. As palavras “tensa” e “angustiada” indicariam um nervosismo internalizado, mas talvez seja precipitado já usá-las nessa cena. Para manter a gradação progressiva da tensão, acreditamos que a palavra mais adequada para o estado de espírito de Silvia, nesse momento, seja “séria”. Assim, esse trecho foi descrito da seguinte frase, inserida um pouco depois da última pergunta do homem: “De costas para o homem, ela olha, séria, para frente”.

5. Algumas considerações

Diante dos desafios teóricos práticos da audiodescrição, não há como definir, de forma rígida, um modelo a ser seguido. Muitas são as variáveis que influenciam a feitura de um roteiro de audiodescrição. O que os elementos visuais não verbais nos indicam, tomados aqui em relevo, é que inevitavelmente os dilemas sempre existirão, devido às especificidades de cada obra, de cada audiodescritor, além das variáveis ligadas a cada espectador. Fica evidente que a normatividade é sempre bem vinda como um referencial, um norteador, porém, parece ser adequado sempre estar atento para o que cada passagem de uma obra nos solicita. Isso porque, a audiodescrição não é algo engessado, preso ao dualismo interpretar/descrever – ela abraça ambos. A audiodescrição, defendemos, é uma atividade de linguagem e, por conseguinte, de interação, onde informações visuais são negociadas em termos sonoros (não só verbais), de modo a torná-las acessíveis a pessoas que não possuem o percepto visual.

Diante dessas questões, e conhecendo o seu público, resta ao audiodescritor fazer uma escolha levando em consideração as consequências que uma interpretação ou que a falta dela trará na compreensão daquela determinada cena. Uma interpretação, em alguns casos, pode auxiliar a audiência a compreender melhor uma cena de tal forma que uma simples descrição não o faria, mas essa mesma interpretação pode revelar mistérios e surpresas da trama caso não seja feita com a mesma sutileza construída pelos elementos visuais da cena. Talvez, o caminho do meio seja se perguntar sobre as consequências de cada escolha. Não há certo e errado, mas contextos.

Filmografia

MACHLINE, Paulo. 1998. Uma História de Futebol. Brasil, cor, 22 min.

ROJAS, Juliana. 2012. O Duplo. Brasil, cor, 25 min.

Referência bibliográfica

CASADO, Ana B. La audiodescripción: apuntes sobre el estado de la cuestión y las perspectivas de investigación. Revista TradTern, São Paulo, v. 13, p. 151-169, 2007.

INDEPENDENT TELEVISION COMISSION. Guidance on standards for audio description. London, 2000. 35p. Disponível em: . Acesso em: 10 jul. 2011.

MAYER, Flávia Affonso. Imagem como símbolo acústico: a semiótica aplicada à prática da audiodescrição. 2012. 147p. Dissertação – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Curso de Pós-Graduação em Comunicação Social, Belo Horizonte.

PENA, Mônica dos Anjos; FERREIRA, Fábio Felix. O direito dos deficientes visuais à audio descrição. Cadernos de Ciências Sociais Aplicadas, Vitória da Conquista/BA, n.11, p.51-70, 2011.

Nota de rodapé

[1] http://svoa.com.br

Como citar esse artigo [ISO 690/2010]:
Sato Sandra Mayer Flavia Aquino Gabriel Rezende Anita Dantas Bianca Xavier Ana Claudia Pacheco Renan Moreira Webster Guimarães Matheus 2015. Descrever e/ou interpretar as emoções dos personagens [online]. [visto em 29/ 10/ 2020]. Disponível em: http://audiodescriptionworldwide.com/associados-da-inclusao/rbtv/descrever-e-ou-interpretar-as-emocoes-dos-personagens/.
Revista Brasileira de Tradução Visual

Este artigo faz parte da edição de número volume: 18, nº 18 (2015).
Para conhecer a edição completa, acesse: http://audiodescriptionworldwide.com/rbtv/rbtv-18-sumario.

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