Resumo O presente estudo tem como objetivo apresentar a importância da formação continuada em audiodescrição, para professores do Atendimento Educacional Especializado de Salas de Recursos Multifuncionais no contexto escolar. A Audiodescrição sendo um recurso muito discutido nesta contemporaneidade por diversos pesquisadores vem para contribuir com o acesso das pessoas com deficiência visual em eventos culturais, … Continue reading A importância de cursos de formação continuada em audiodescrição para professores do atendimento educacional especializado
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Áudio-descrição da logo da RBTV: Revista Brasileira de Tradução Visual. Em um fundo branco, a mão direita faz a letra t em libras. O indicador e o polegar se cruzam, os demais dedos ficam erguidos. Próximo ao indicador há, em verde, 3 ondas sonoras. Abaixo da mão, lê-se RBTV, com letras verdes e com letras Braille em preto.

A importância de cursos de formação continuada em audiodescrição para professores do atendimento educacional especializado

Resumo

O presente estudo tem como objetivo apresentar a importância da formação continuada em audiodescrição, para professores do Atendimento Educacional Especializado de Salas de Recursos Multifuncionais no contexto escolar. A Audiodescrição sendo um recurso muito discutido nesta contemporaneidade por diversos pesquisadores vem para contribuir com o acesso das pessoas com deficiência visual em eventos culturais, esportivos, acadêmicos, entre tantos outros espaços. No entanto, com a inclusão de alunos com deficiência nas escolas regulares, esse recurso ainda não se encontra presente em todos os espaços escolares. Nesse sentido, a audiodescrição garantida por lei no Brasil, se torna um recurso imprescindível também para o contexto escolar. Pois neste ambiente, há muitas figuras nos livros didáticos e, mesmo com o auxílio de livros no formato Mecdaisy, o qual fornece esse recurso, ainda não são todas as escolas que o recebem e nem mesmo há esse formato para todos os livros. Além de serem passados vídeos sobre determinados conteúdos em sala de aula, os professores não se sentem preparados para audiodescreverem as cenas destes. Nesta perspectiva, a capacitação de professores do AEE seria de grande importância neste contexto. Pois este especialista poderá auxiliar os professores das salas comuns quando se virem diante dessas situações. Assim, a partir de questionários coletados com aluno com deficiência visual, professor de Atendimento Educacional Especializado, professor do ensino comum e um representante do Centro de Apoio Pedagógico, pode-se verificar o quanto a formação continuada em audiodescrição para o professor especialista é de suma importância para o processo de aprendizagem dos alunos com deficiência visual, pois além de auxiliar estes alunos, também orienta os professores do ensino comum no uso determinadas acessibilidades em sala de aula.

Palavras-chave: Audiodescrição – Atendimento Educacional Especializado – Formação continuada – Deficiência Visual

Apresentação

Atualmente a audiodescrição está sendo adotada em contextos de inclusão social, deixando a desejar o seu uso nos ambientes escolares, sendo que nestes locais ela se torna uma tecnologia assistiva imprescindível para o processo de ensino aprendizagem dos alunos com deficiência visual.

Assim, o processo de aprendizagem dos alunos com deficiência visual, demanda flexibilização de todos os professores nele envolvidos, principalmente o professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE), o qual trabalha em horário contrário com estes alunos e mantém articulação com todos os envolvidos.

Nas aulas regulares, a introdução de vídeos e ilustrações é excelente meio para que todos os alunos aumentem seus conhecimentos. No entanto, ao se utilizar desses meios pedagógicos em turmas com alunos com deficiência visual, sem uma formação continuada em audiodescrição, ou uma orientação de um profissional que se capacitou para a aplicabilidade deste recurso, poderá não atingir o objetivo esperado que é contribuir com o processo de formação escolar.

A audiodescrição

A audiodescrição é um recurso que oportuniza as pessoas com deficiências visuais assistirem filmes, peças de teatros, tomarem conhecimento de pinturas e figuras. Ela descreve cenas nos intervalos de diálogos dos filmes e teatros, descrevendo cenas e os ambientes que são mostrados, as expressões faciais dos atores, os cenários, as movimentações de todos os personagens visando facilitar a compreensão da história em que é retratada em filmes ou eventos em que partes dele não há diálogo ou não possui uma descrição de situações que estão sendo apresentadas.

Para Motta (2014) a audiodescrição é:

Recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em eventos culturais (peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, músicas, óperas, desfiles, espetáculo de dança), turísticos (passeios), visitas esportivos (jogos, lutas, competições), acadêmicos (palestras, seminários, congressos, aulas, feiras de ciências, experimentos científicos, histórias) e outros, por meio de informação sonora (MOTTA, 2011, p. 30).

Neste sentido, a Audiodescrição é considerada uma forma de acessibilidade para os deficientes visuais, possibilitando a esses a inserção plena no meio social, cultural e educacional, ou seja, é um recursos que visa ser contemplado em todos os espaços, inclusive nos espaços educacionais. Considerando-a como uma tecnologia assistiva que contribui para a redução de barreiras a informação, oferecendo condições de igualdade e respeito à diversidade.

Como a audiodescrição consistem em se traduzir imagens em palavras oralizadas ou até mesmo escrita, também beneficia pessoas com deficiência intelectual, com dislexia e aos idosos, garantindo a estas igualdades de condições em meio ao espaço social e educacional (LIMA e TAVARES, 2010).

A audiodescrição surgiu nos Estados Unidos em meados da década de 70. Mas somente se apresentou no Brasil em fins dos anos 90, vindo a se consolidar em 2003, no Festival Internacional de Cinema “Assim Vivemos” que acontece a cada dois anos em Brasília. Mas foi somente em 2011 que passou a ser obrigatória nas emissoras de televisão brasileira, apresentando-se nesta contemporaneidade apenas em transmissões digitais, tornando assim uma forma das pessoas com deficiências visuais poderem ter um bom entendimento das cenas em que não há diálogos (NUNES, MACHADO e VANZIN, 2011).

 

O atendimento educacional especializado ao aluno com deficiência visual

A inclusão de alunos com deficiência nas escolas regulares, muito discutida em convenções nacionais e internacionais após a década de 1990, se tornou um direito garantido na legislação brasileira. Todavia, os alunos com baixa visão ou cegueira total que estão presentes nestas escolas, enfrentam algumas dificuldades em relação as aulas em que são apresentados vídeos de filmes, documentários entre outras atividades que necessitam de descrições.

Os alunos com deficiências visuais que se encontram nas salas regulares e escolas especiais, possuem por lei a garantia de atendimento educacional especializado no contraturno em que frequenta turmas regulares. Este atendimento é realizado com professores especialistas, no qual é confeccionado materiais adaptados e oferecidos recursos materiais como: a escrita Braille, o soroban, programas de informática específicos para essa deficiência, livros em formato Mecdayse, tecnologias assistivas diversas, que vão ao encontro do processo de ensino aprendizagem destes alunos.

Os professores especialistas que atuam em atendimento educacional especializado são aqueles que possuem cursos de graduação em Educação Especial, especialização ou pós-graduação na área de educação especial ou inclusiva ou cursos de formação nestas áreas. No entanto, apresentar apenas cursos para a admissão nestas salas não são suficientes. Assim, os cursos de formação continuada são de suma importância para os professores atuarem nos atendimentos especializados com alunos com deficiência de acordo com as peculiaridades de cada um.

No entanto, o recurso da audiodescrição, considerada uma forma de acessibilidade para os alunos com deficiência visual são pouco encontrados nas escolas regulares que possuem alunos com deficiência visual. Na maioria das escolas os vídeos educativos não possuem vídeos educacionais com audiodescrição ou professores com formação continuada em audiodescrição para que possam orientar e auxiliar os professores do ensino comum diante dessas situações.

No âmbito de sala de aula regular percebe-se que nos livros didáticos que são distribuídos gratuitamente nas escolas públicas, é adotado cada vez mais o uso de imagens e ilustrações, como forma de complementar os textos de determinados conteúdos. Porém, não há uma audiodescrição dessas figuras, o que não garante uma inclusão escolar e acesso pleno ao conhecimento em voga a todos os alunos, o que seria necessário que estes livros viessem acompanhados de CDs ou DVDs que audiodescrevessem essas figuras (VERGARA NUNES et tal, 2011).

São oferecidos aos alunos com deficiência visual que frequentam o ensino regular, livros didáticos convertidos em formato Mecdayse[1], que tem como objetivo permitir produção de livros em formato DAYSE, sendo uma opção de acessibilidade a qualquer pessoa, permitindo ao leitor o acesso à leitura sob forma de áudio e texto digital. Neles são incluídas legendas e descrição de tabelas, figuras, mapas e gráficos. Assim como os livros didáticos para pessoas videntes, suas ilustrações com descrições permitem aos alunos com deficiência visual enxergar estas através de palavras faladas. No entanto, não são todos os livros didáticos que são convertidos nesse formato. Segundo o Centro de Apoio Pedagógico (CAP) de Francisco Beltrão, ainda não são possíveis converter os livros de física, química e matemática, o que pode dificultar uma aprendizagem completa a estes alunos.

Cursos de capacitação em audiodescrição para professores do AEE

Geralmente, os cursos de formação continuada aos professores especialistas que realizam atendimento educacional especializado aos alunos com deficiência visual nas salas de recursos multifuncionais são ofertados pelos Centros de Apoio Pedagógico ao Deficiente Visual (CAP). Estes foram criados em conjunto com as Secretarias de Estado da Educação, implantados pelo Ministério da Educação tendo como perspectiva a construção de políticas integradas em todas as esferas administrativas brasileiras, oferecendo serviços de apoio pedagógico, suplementação didática a todos os estabelecimentos de ensino que possuem alunos com deficiência visual, garantindo as pessoas cegas ou com baixa visão, possibilidade de acesso a conteúdos curriculares que são desenvolvidos na rede regular de ensino. Ele oferece confecções e distribuição de materiais adaptados, utilização de tecnologias assistivas, impressão de livros didáticos em Braille, em formato Mecdayse, bem como é responsável pela capacitação de professores do atendimento educacional especializado que atuam em salas de recursos multifuncionais.

As capacitações aos professores especialistas envolvem: Escrita Braile, Soroban, Orientação e Mobilidade, Atividades de Vida Diária, Informática, Reeducação visual entre outras que auxiliam estes a complementar o processo de aprendizagem dos alunos cegos ou com baixa visão. Porém, através de questionário levantado sobre formação continuada em audiodescrição com responsáveis pelo CAP de Francisco Beltrão, no Estado do Paraná, afirmam que por não receberem capacitações sobre o tema pelo Ministério da Educação, dispõem de poucas informações para repassarem ou auxiliarem os professores dos atendimentos especializados. Essa falha nos cursos de formação continuada em audiodescrição para os profissionais dos CAP’S e também dos professores do AEE, tem prejudicado os alunos com deficiência visual como aponta o CAP de Francisco Beltrão:

Vários filmes são assistidos em sala de aula todos os anos. Geralmente, os alunos cegos têm o entendimento prejudicado, pela falta de uma boa audiodescrição. Se os professores do AEE forem devidamente capacitados, poderão orientar os professores do ensino comum sobre como proceder nestes casos (CAP/ FRANCISCO BELTRÃO, 2014).

Desta forma, quando o professor do AEE recebe formação continuada articula e repassa informações aos demais professores do ensino regular cooperando com o processo de aprendizagem destes alunos.

E complementação ao pensamento dos profissionais do CAP, a professora do AEE de um determinado município sob a jurisdição do CAP pesquisado, a formação continuada em audiodescrição é extremamente importante para o aprimoramento dos professores especializados, sendo que uma das suas funções é auxiliar os demais professores que utilizam vídeos como complementação de conteúdo. Acrescenta ainda que mesmo faltando essas capacitações procura:

…orientar os professores do ensino comum que, ao realizarem atividades com vídeos e/ou figuras relatem claramente e objetivamente do que se trata cada figura, para que assim o aluno, cego ou de baixa visão, possa estar ciente do assunto ou do conteúdo em pauta (Professora do AEE, 2014).

Nessa perspectiva, percebe-se que o professor do Atendimento especializado, mesmo sem passar por capacitações procura se informar sobre o tema e repassar a seus colegas professores do ensino regular, se preocupando com o aprendizado por completo do aluno com deficiência visual.

Para o aluno cego, quando são apresentados vídeos em sala de aula regular, afirma que normalmente é auxiliado por colegas da turma. O que fica mais próximo ou que demonstra interesse em auxiliá-lo, ressaltando a importância das descrições de cenas em que não há diálogos para uma melhor compreensão do vídeo. Ele também frisou sobre as explicações incompletas das figuras que estão impressas nos livros didáticos, o que dificulta sua aprendizagem.

Assim, através do comprometimento do professor do AEE e dos demais profissionais, os alunos com deficiência visual recebem descrições de figuras e de cenas em vídeos, porém, de uma forma incompleta, sem instruções corretas de como proceder nesses momentos para que este aluno conheça na íntegra o objetivo do vídeo ou das figuras. Somente quando a instrução do melhor procedimento a se adotar for seguro, é que poderemos acreditar que o processo ensino aprendizagem atingiu a todos da mesma turma.

 

Considerações finais

Apesar do presente artigo propor um debate a cerca da importância de cursos de formação continuada sobre audiodescrição para professores do Atendimento Educacional Especializado, aspectos referendados apontam uma preocupação mais ampla em relação ao uso de audiodescrição para pessoas com deficiência visual nos espaços culturais e sociais, considerando uma crescente demanda de capacitações voltadas para esses fins.

Nesse sentido, cabe ressaltarmos a importância da preparação dos espaços educacionais para que se prossiga nos espaços culturais e sociais para as pessoas com deficiência. No entanto, a Constituição Federal Brasileira de 1988, assegura igualdade de condições a todos as crianças e adolescentes com ou sem deficiência. Sendo que a falta de apoio pedagógico a estas, impossibilitam uma educação e qualidade para todos, impedindo-as de progressões a níveis mais elevados de ensino.

Assim, ao se abordar a formação continuada em audiodesdrição para professores do Atendimento Educacional Especializado, estamos considerando um avanço em relação a asseguridade de igualdade ao processo de ensino aprendizagem, tanto para os alunos com deficiência visual, como para os professores em geral. Compreendemos a necessidade de formação continuada a estes professores por estar próximo, inclinado e em constante articulação com os alunos com deficiência visual e com os professores do ensino comum, o que vem ao encontro de um compromisso em conjunto com o processo educacional de todos os alunos. Entendemos que o uso de novos recursos pedagógicos para complementar os processo de aprendizagem dos alunos é de grande relevância, porém para os alunos com deficiência visual a audiodescrição destes através de orientações fundamentadas é o que realmente proporcionará a estes, o acesso à igualdade. E isso só será possível através do conhecimento e formação continuada sobre o tema, sendo repassados e acolhidos com respeito as diversidades e deficiências presentes no cotidiano dos espaços escolares.

Não será demais ressaltar que, a despeito dos resultados encontrados durante os questionamentos com os responsáveis pelo Centro de Apoio Pedagógico ao Deficiente Visual, professor do Atendimento Educacional Especializado e aluno com deficiência visual, averiguar uma grande necessidade do uso deste recurso de acessibilidade em pauta no artigo, o que vem reafirmar o oferecimento de cursos de formação continuada em audiodescrição como forma de ampliar as alternativas de acessibilidade aos alunos com deficiência visual, permitindo que sejam incluídas, participem mais de perto das emoções das programações oferecidas por meio de uma descrição sonora, podendo e devendo ser aplicadas no ambiente escolar.

Enfim é necessário que essa acessibilidade seja mais explorada, divulgada e obrigatória em todos os níveis de formação escolar, através de cursos de formação continuada e capacitações de profissionais, contribuindo para que essa tecnologia assistiva esteja disponível a esses alunos de forma correta, contribuindo com uma educação realmente voltada para todos, como determina a constituição Brasileira.

Referências bibliográficas
BRASIL. Constituição Federal do Brasil 1988. Presidência da República. Casa Civil. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm Acesso em 15/11/2014.
GUEDES, Lívia Couto. Os usos pedagógicos da audiodescrição: uma tecnologia assistiva a serviço da inclusão social. Revista Nacional de Tecnologia Assistiva, Abril/2011, 6ª edição.
<http://www.revistanacionalta.org.br/pagina.php?idA=43>, acesso em: 23 outubro 2014.
LIMA, Francisco J. ; TAVARES, Fabiana S. S. Subsídios para a construção de um código de conduta profissional do áudio-descritor. Revista Brasileira de Tradução Visual (RBTV). Vol. 5. Out./dez. Ano 2010. Disponível em http:
< /www.rbtv.associadosdainclusao. com.br/index.php/.> Acesso em Novembro de 2014.
MOTTA, Livia Maria Villela de Mello. Inclusão Escolar e audiodescrição: Orientações aos educadores. Disponível em: Http://educadorainclusiva.blogspot.com/2011/05inclusão-escolar-e-audiodescricao.html Acesso em 06/11/2014.
NUNES, Elton Vergar. FONTNA, Marcus V.L. VANZIN, Tarcisio. Audiodescrição no ensino para pessoas cegas. Congresso Nacional de Ambiente Hipermídia para aprendizagem (CONAHPA). Pelotas/RS. 05 e 06/09/2011. Disponível em:
http://w3.ufsm.br/alemdavisao/publica/PDF/Nunes_Fontana.pdf Acesso em 15/11/2014.
SA, Elizabet Dias de. Campos, Izilda Maria de. SILVA, Myriam Beatriz Campolina. Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Visual. Brasília/DF. SEESP/SEED/MEC, 2007.
TAVARES, Fabiana S. S. Reflexões sobre o pilar da áudio-descrição: “descreva o que você vê”. Revista Brasileira de Tradução Visual (RBTV). Vol. 4. 2010.
VERGARA NUNES, Elton et al. Possibilidades de aplicações da audiodescrição. In: VANZIN, Tarcísio; DANDOLINI, Gertrudes Aparecida. (Org.). Mídias do conhecimento. Florianópolis: Padion, 2011b. p. 116-141.
Programa Mecdayse. http://intervox.nce.ufrj.br/mecdaisy/ Acesso em Novembro de 2014.

Nota de rodapé

[1] O Mecdayse foi lançado pelo Ministério da Educação e desenvolvido por meio de parceria com o Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro – NCE/UFRJ – Ele possibilita a geração de livros digitais falados e sua reprodução em áudio, gravado ou sintetizado.

Como citar esse artigo [ISO 690/2010]:
Silva Mara Cristina Fortuna da Michels Lisia Regina Ferreira 2015. A importância de cursos de formação continuada em audiodescrição para professores do atendimento educacional especializado [online]. [visto em 18/ 08/ 2019]. Disponível em: http://audiodescriptionworldwide.com/associados-da-inclusao/rbtv/a-importancia-de-cursos-de-formacao-continuada-em-audiodescricao-para-professores-do-atendimento-educacional-especializado/.
Revista Brasileira de Tradução Visual

Este artigo faz parte da edição de número volume: 18, nº 18 (2015).
Para conhecer a edição completa, acesse: http://audiodescriptionworldwide.com/rbtv/rbtv-18-sumario.

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